BEIJO GREGO, ANILLINGUS ou BOTÃO-DE-ROSA

Tais termos e práticas referidos não são mais que acariciar, beijar e lamber o ânus.


Sabe-se que o ânus é cheio de terminações nervosas e por isso proporciona grande prazer, então muitas mulheres dizem que vale a pena deixar o tabu de lado e experimentar o referido beijo grego o qual pode proporcionar o mesmo prazer aos homens, embora ainda persista muito preconceito.

Prática comum na Grécia antiga, quando os homens acreditavam que as mulheres serviam apenas para parir, o beijo grego era associado à homossexualidade. Muitos achavam que ao demonstrarem sentir prazer no ânus, estariam pondo em dúvida a sua masculinidade, o que não tem fundamento, já que ser homossexual é sentir desejo e atracão por indivíduos do mesmo sexo. Para quem gosta desta prática, esta é apenas mais uma, de tantas formas que existem em proporcionar prazer ao parceiro(a).

 

É complicado dar sugestões quando estamos a referir um tema tabu como este, e que tabu, mas acredito que entre quatro paredes, desde que os dois estejam de acordo, não existe questões como: “isso pode?”, “isso não pode?” ou “isso é nojento?”, aliás, nós sabemos quando o sexo é demasiado pensado e planeado, por vezes perde a graça e espontaneidade.

É claro, tal como no sexo anal esta prática exige também alguma higiene, até mesmo para tornar o momento mais confortável.

Portanto, em primeiro lugar é preciso bom senso e ter abertura para conversar com o vosso parceiro sobre isso, tentar ir devagar, nada de ir direto ao ponto, porque pode estragar o momento e começar uma discussão interminável. Relembro que ainda existe muito preconceito sobre esta matéria.

Entretanto, agora que a técnica foi bem aceite, que tal inverter a brincadeira deste prazer? Obviamente, vale para os dois. Nunca é demais relembrar à mulher, há que explorar a região entre os testículos e o ânus, como por exemplo: sugar, beijar e lamber, ou seja, tentar inventar onde o território é proibido.

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