Chicote BDSM: guia de qual escolher e como usar corretamente

Prática de BDSM: o que é? Dá prazer?

Essa é a sigla pra Bondage, Disciplina, Dominação, Sadismo, Submissão e Masoquismo.

Sexuais ou não, essas práticas têm  sempre que ser consensuais e precisam estar dentro dos limites das duas pessoas. E, enfim, é um sexo mais intenso e agressivo, mas que consegue dar muito prazer tanto para quem domina, como para quem é dominado.

Como escolher um chicote BDSM? Pelos tipos!

O primeiro passo para  escolher um chicote BDSM é encontrar o modelo certo. Existem dois tipos específicos, cada um ideal para um tipo de experiência.

Chicote de várias tiras: para  iniciantes

Esse tipo de chicote tem um cabo rígido e várias tiras de tecido, sendo ideal para  iniciantes. Isso porque atinge uma área maior, fazendo a intensidade da chibatada ser distribuída, perfeito para  quem ainda está descobrindo os prazeres agressivos.

Dominação, fetiche, prazer e muita confiança são algumas palavras que descrevem bem as práticas de BDSM.  Sem contar que é mais fácil de manusear, então não corre o risco de errar na mira e machucar a sua parceria. Mas tem um meio termo: os chicotes desse estilo podem causar mais dor se feitos em couro, com nó na ponta ou trançados. 

Chicote de cauda única: para experientes

Também conhecido como chicote de montaria, o modelo de cauda única é um pouco mais difícil de manusear, porque a sua fita é muito mais longa. Além disso, é preciso ter muita prática para não acabar acertando nos lugares errados.

Sem contar que também causa mais dor durante a prática, já que ela é toda concentrada na pequena região que entrou em contacto com a ponta fina do chicote — então tem que saber usar bem para não deixar sua parceria machucada ou desconfortável.

Afinal, como usar chicote BDSM certo?

Agora que já sabe qual opção de chicote BDSM, tá na hora de entender como o usar e se tornar uma dominatrix ou o dominante. Então, basta seguir esses passos:

 

1. Comece impulsionando de leve

A melhor forma de proporcionar prazer para as duas pessoas é trazendo a agressividade aos poucos, subindo o nível de força e aumentando a tolerância à dor da outra pessoa — o que também vai ajudar sua parceria a sentir tanto prazer quanto você.

Para isso, comece movendo apenas o seu pulso para fazer as chibatas e vá aos poucos adicionando movimento de braço durante a movimentação.

 

2. Mire apenas em algumas regiões específicas

Quando for começar essa prática, mire somente nas nádegas e nos músculos próximos como costas e coxas, porque são regiões menos sensíveis.

Conforme for ganhando experiência, pode passar para outras regiões, desde que seja feito com muito cuidado para não magoar. Sendo elas as costelas, seios e genitais. Já regiões como rosto, pescoço, dedos, cabeça e pés é melhor evitar.

 

3. Faça pausas aqui e ali

Ir intensificando aos poucos não é a única forma de deixar os sentidos ainda mais intensos durante a prática. Fazer pausas aqui e ali entre uma chibatada e outra vai permitir que o corpo da sua parceria descanse um pouco e sinta o próximo açoite com uma intensidade maior, levando mais prazer para ambos.

 

4. Se a sua parceria se incomodar, pare!

O consentimento não é um contrato a longo prazo, a pessoa pode consentir algo e minutos depois começar a se sentir desconfortável. Por isso, é importante ter uma palavra de segurança, combinada anteriormente, que vai sinalizar o momento de parar — e parar mesmo, na hora.

 

Porque é assim que se faz um sexo agressivo seguro: garantindo que ambos estejam bem.

Pode ficar de olho nas reações da sua parceria e, se sentir desconforto alheio, pode perguntar se  está tudo bem para continuar ou se quer diminuir a intensidade.

 

Por fim, depois de toda a prática, vale a pena recompensar quem foi submisso com carinhos, beijos e outras recompensas pela obediência, explore a criatividade e crie um momento incrível para ambos.

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