Estes benefícios justificam-se, pois a atividade sexual é responsável pela liberação de hormonas que auxiliam, por exemplo, na diminuição do tresse e no alívio das dores. Além disso, o sexo pode rejuvenescer o tecido cutâneo (pele), reforçar a imunidade e promover maior vivacidade.
Se ter uma vida saudável é uma das suas prioridades, considerar o sexo pode ser tão benéfico como a dieta alimentar e o exercício físico. É provável que ocorram muitas mudanças na sua saúde e bem-estar geral.
Veja alguns dos benefícios que a atividade sexual regular proporciona.
- Melhora a saúde do coração: um estudo recente indica que as pessoas que têm uma maior frequência da prática sexual possuem menos probabilidade de doença cardíaca. E mais: a pesquisa revelou que fazer sexo duas ou mais vezes na semana reduz o risco de um ataque fatal do coração à metade, quando comparado aos que fazem menos sexo, como uma vez por mês. Em outras palavras, o sexo melhora a saúde do seu coração.
- Reduz o stresse: quanto mais intenso e satisfatório, mais benéfico será o efeito do sexo sobre o stresse. Isto porque a prática sexual reduz os níveis de cortisol (uma das hormonas associados ao stresse), diminuindo assim ansiedade e provocando sensações de relaxamento muscular logo após o término do ato sexual.
- Alivia a dor: a ciência tem mostrado que, quando as mulheres têm orgasmo, o corpo produz um efeito analgésico, reduzindo assim a dor. Isso ocorre devido à alta produção de diversas substâncias, entre elas, hormonas e neurotransmissores. Um dos que mais se destacam é a molécula endorfina, responsável por atenuar, ou melhor, promover o alívio de estados dolorosos. Essa substância é liberada em excesso durante o orgasmo.
- Melhora o humor: ter relações sexuais, ou ficar apenas abraçado, libera ocitocina e dopamina. Essas hormonas estão associados com a melhora do humor e aumento da felicidade. Então, ter um orgasmo pode fazer uma grande diferença em como se sente.
- Fortalece o sistema imunológico: a prática frequente do sexo reforça o sistema imunológico para proteger o corpo contra as doenças. Um estudo realizado com estudantes descobriu que aqueles que relataram ter relações frequentes (uma ou duas vezes por semana) apresentaram maiores concentrações de imunoglobulina, que é um dos mais comuns anticorpos que protegem contra infecções e doenças.
- Ajuda a ter uma boa noite de sono: numerosos estudos têm mostrado que a atividade sexual promove a liberação do hormonasnio prolactina. A prolactina não só é responsável pela sensação de satisfação, mas também é maior durante o sono. Isto significa que ter uma relação sexual pode aumentar a probabilidade de cair no sono e, possivelmente, ver-se livre de uma noite de insônia.
- Queima calorias: quando praticado em intensidade alta, o sexo pode ajudar a queimar calorias. Isso ocorre porque uma relação sexual intensa pode equivaler ao esforço físico de uma atividade física, com queima de 100 a 300 calorias.
- Diminui o risco de cancro da próstata: cientistas mostraram que ejacular com frequência diminui o risco de se desenvolver um cancro da próstata. Uma pesquisa acompanhou homens aos 20, 30, 40 e 50 anos, e aqueles que relataram ejacular cinco ou mais vezes na semana, aos 20 anos, tiveram 30% a menos de risco de ter a doença.
- Melhora a musculatura pélvica: quanto mais se pratica a atividade sexual, mais se trabalha a musculatura do períneo. Ter uma boa musculatura diminui os riscos de ter incontinência urinária na velhice.
- Eleva a autoestima: estudos também apontam que uma das razões que leva as pessoas a fazerem sexo é sentirem-se bem com elas mesmas, pois aumenta a autoestima.
Diante de todos esses benefícios, só vale ressaltar que a entrega absoluta na relação sexual é que faz surtir os efeitos positivos, a chamada saúde sexual.
Caso contrário, o ato praticado com pessoas que não despertem atração física ou com quem não se tenha a menor afinidade pode resultar em malefícios físicos e psicológicos, com frustração e insatisfação sexual.