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Mas, então, do que falamos, afinal, quando falamos em prazer sexual?
O prazer sexual é o conjunto de vivências psicológicas e/ou físicas, generalizadas pelo corpo, de satisfação e divertimento retiradas da vivência da experiência erótica, solitária e/ou partilhada. Apresenta-se com um lato espetro de possibilidades de vivências de prazer.
Portanto, equivaler o prazer sexual ao orgasmo é redutor de uma diversidade de formas de sentir prazer sexualmente. Da mesma forma, equivaler o prazer sexual à genitália é redutor de uma panóplia de áreas corporais erógenas através das quais é possível retirar prazer sexual.
Devemos falar em prazeres sexuais e não em prazer sexual considerando que o prazer é muito diverso na sua forma de expressão e bem mais abrangente do que a genitália e/ou o orgasmo.
Partilhamos duas curiosidades sobre o prazer que vale a pena conhecer.
O prazer sexual é um direito sexual, humano, básico, a que todas as pessoas devem poder aceder.
O prazer sexual está mais relacionado com pensamentos sexuais e emoções positivas do que com sensações fisiológicas de ereção e/ou lubrificação, o que nos diz que o cérebro é mesmo o maior órgão sexual.
Há tantas formas de viver o prazer sexual quantas pessoas. Cada pessoa terá a sua forma de prazer sexual que é tão válida como outra qualquer, desde que saudável e proporcionadora de bem-estar.
Uma boa sugestão para aumentar o prazer sexual é aumentar o autoconhecimento sexual.
Os óleos de massagem são ótimos para auxiliar na exploração de áreas de prazer sexual, que nem sabias que tinhas.
E, as bolinhas de Kegel podem ser muito úteis na exploração do funcionamento da musculatura do assoalhado pélvico para quem tem vagina.
Dá-te ao prazer!