A lubrificação não é somente um meio: é também uma ótima maneira de aumentar o prazer durante o sexo, preliminares ou dar outra dimensão quando estão na brincadeira.
Falar sobre desejos, curiosidades e fantasias pode ser uma forma de criar mais proximidade numa relação. No entanto, nem sempre é fácil colocar em palavras aquilo que imaginamos, gostamos ou temos curiosidade de experimentar.
O medo de ser julgado, de ouvir um “não” ou de parecer demasiado atrevido pode fazer com que muitas pessoas guardem estes pensamentos para si.
A boa notícia? Não é preciso ter uma conversa perfeita. É preciso criar espaço para falar com confiança, respeito e sem pressão.
Existe um número certo de vezes para ter relações sexuais? Esta é uma dúvida muito mais comum do que parece. Algumas pessoas sentem que têm relações poucas vezes, outras gostariam de ter mais, e há quem simplesmente não tenha uma frequência regular.
Mas será que existe uma frequência sexual ideal?
A resposta curta é: não existe um número que seja considerado normal para toda a gente.
A frequência da vida sexual pode variar muito ao longo da vida e depende de vários fatores, como o desejo, a relação, o stress, a rotina, a disponibilidade, a saúde, as circunstâncias pessoais e, sobretudo, aquilo que faz sentido para cada pessoa ou casal.
As fantasias sexuais fazem parte da imaginação e da curiosidade de muitas pessoas. Podem surgir espontaneamente, durante momentos de intimidade, através de pensamentos, sonhos, filmes, livros ou simplesmente da vontade de experimentar algo diferente.
No entanto, falar sobre elas nem sempre é fácil. Muitas pessoas têm receio de serem julgadas, de o parceiro ou parceira interpretar uma fantasia como uma exigência ou até de serem pressionadas a concretizá-la.
A verdade é que ter uma fantasia não significa necessariamente querer realizá-la. E falar sobre aquilo que imaginamos deve ser uma oportunidade de criar confiança e proximidade, nunca uma obrigação.
Neste artigo, vamos explorar como abordar este tema de forma tranquila, respeitosa e sem vergonha.
Vivemos num ritmo acelerado. Trabalho, responsabilidades, notificações, compromissos… até os momentos de descanso parecem ter uma agenda própria.
Na intimidade, essa pressa também pode aparecer. Às vezes, estamos tão concentrados em “chegar ao fim” que esquecemos algo essencial: o prazer não é uma corrida.
Não existe uma velocidade certa, nem uma sequência obrigatória. Explorar o momento com mais calma pode permitir prestar atenção a sensações que normalmente passam despercebidas e descobrir formas diferentes de desfrutar da intimidade.
Quando pensamos em prazer e intimidade, é fácil concentrarmo-nos sempre nas mesmas zonas do corpo. Mas o corpo é muito mais do que isso.
Pescoço, costas, mãos, pernas, barriga, rosto ou até o couro cabeludo podem proporcionar sensações muito agradáveis quando são explorados com calma e atenção.
“Se não sinto vontade antes de começar, será que significa que não tenho desejo?”
Não necessariamente.
Esta é uma ideia bastante comum: esperar que o desejo apareça primeiro e só depois surja a vontade de ter um momento íntimo. Mas o desejo sexual não funciona da mesma forma para toda a gente — e pode mudar ao longo da vida, da relação e até de acordo com a fase que estás a atravessar.
Existem, de forma simplificada, dois padrões de desejo que ajudam a perceber esta diferença: o desejo espontâneo e o desejo responsivo.
E compreender esta distinção pode ajudar a retirar alguma pressão da vida íntima.
Cuidar do bem-estar íntimo vai muito além da higiene. Envolve conhecer o próprio corpo, respeitar os seus limites, sentir conforto, falar sobre aquilo que se gosta e, acima de tudo, deixar de lado algumas ideias antigas que continuam a ser apresentadas como verdades.
Apesar de hoje existir muito mais informação sobre sexualidade, ainda circulam muitos mitos relacionados com desejo, prazer, higiene íntima, brinquedos, relações e aquilo que é considerado “normal”.
Os brinquedos íntimos fazem parte da rotina de muitas pessoas e, tal como qualquer outro objeto que entra em contacto com o corpo, precisam de cuidados adequados para se manterem limpos, seguros e em boas condições.
Mas há um detalhe importante: nem todos os brinquedos devem ser limpos da mesma forma. O material, o formato e, sobretudo, se o brinquedo é ou não à prova de água, fazem toda a diferença.
Neste guia explicamos como limpar corretamente os teus brinquedos íntimos e quais os erros que deves evitar.
Escolher um lubrificante pode parecer simples, mas quando chegas à parte de escolher entre base de água ou base de silicone, é normal surgirem dúvidas.
Qual dura mais? Qual é melhor para usar com preservativo? E com brinquedos íntimos? Qual é mais fácil de limpar?
A verdade é que não existe um lubrificante universalmente melhor. A escolha depende da utilização que pretendes dar, da sensação que procuras e dos produtos que vais utilizar em conjunto.
Neste guia, explicamos as principais diferenças entre os lubrificantes à base de água e os lubrificantes à base de silicone, para te ajudar a escolher o mais adequado para ti.
Comprar o primeiro vibrador pode despertar alguma curiosidade… e também muitas dúvidas.
Qual o melhor modelo? Será demasiado potente? Como saber qual é o mais indicado para mim?
A verdade é que não existe um vibrador perfeito para toda a a gente. Existe sim o vibrador que melhor se adapta às tuas preferências, experiência e objetivos.
Neste guia, vais descobrir tudo o que precisas de saber para fazer uma escolha informada e encontrar o modelo ideal para começar.